Fyodor Dostoyevsky (free or read online) O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão – mzines.co.uk



5 thoughts on “O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão

  1. says:

    Dostoiévski apresenta um evento bizarro de maneira prática Em O Crocodilo um burocrata russo não é apenas engolido por um crocodilo mas sobrevive a experiência e a barriga do animal se torna sua nova residência Dostoi

  2. says:

    Esse livro muito interessante ue tem uma ótima apresentação de Boris Schnaiderman promove um contato com um Dostoiévski ue não conhecia Na primeira narrativa ele é mais próximo do leitor mais informal engraçado e até leve Na segunda ele é explicitamente ácido e crítico Nas duas é feita uma contundente crítica ao estrangeiro e à ideia de ue tudo ue é russo é inferior Mais do ue isso critica se

  3. says:

    Já na metade do século XIX Dostoiévski enxergava o ue após 150 anos deveria ser óbvio mas ainda não foi compreendido pela grande maioria da população Alguns trechos do livro são muito claros nesse sentidoR

  4. says:

    Kafkiano divertido refinado

  5. says:

    O Crocodilo então ue mar de metáforas

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Iedosa à burocracia como por sua crítica à concepção de progresso em voga na RússiaJá o segundo texto ue compõe este livro Notas de inverno sobre impressões de verão é escrito num tom bastante distinto Aui Dostoiévski faz o relato febril uase vertiginoso de uma viagem ue realizou por vários países da Europ. Esse livro muito interessante ue tem uma tima apresenta o de Boris Schnaiderman promove um contato com um Dostoi vski ue n o conhecia Na primeira narrativa ele mais pr ximo do leitor mais informal engra ado e at leve Na segunda ele explicitamente cido e cr tico Nas duas feita uma contundente cr tica ao estrangeiro e ideia de ue tudo ue russo inferior Mais do ue isso critica se o ideal de progresso como algo espec fico desenvolvimento capitalista e da burguesia e bom a priori Para Dostoi vski n o Certamente ele tamb m tem uma vis o bastante idealizada da tradi o e de alguns aspectos da sociedade da R ssia embora nas Notas tente mostrar ue tamb m n o a ache perfeita Ainda assim muito do ue ele fala explicitamente na segunda narrativa extremamente sagaz e pertinente ao buscar destrinchar a alma do burgu s e dos estrangeiros Essas mesmas ideias aparecem no conto O Crocodilo como uma grande piada uma grande tira o de sarro dos ue falam ue necessariamente bom ue o capital estrangeiro venha para a R ssia desenvolvimento capitalista progresso algo bomH grandes diferen as entre as duas narrativas tanto de tom uanto de conte do Nas Notas por exemplo Dostoi vski muito mais expl cito uanto a suas ideias de voltar terra suas sugest es sobre como deve funcionar a fraternidade etc Contudo ambas trazem de maneiras diversas o ue parece ter sido um tema importante para ele nauela poca 1862 1865 a cr tica ideia de ue progresso virar o Ocidente e de ue isso bomGostei muito de ler esse livro as narrativas s o magistralmente bem escritas a vis o do autor interessante e serve para conhecer melhor as ideias de Dostoi vskiAlgumas notas sobre as narrativasO CrocodiloO princ pio econ mico acima de tudo Um homem um funcion rio p blico m dio engolido por um crocodilo de um alem o em S o Petersburgo Essa situa o absurda o ponto de partida para uma grande s tira primeiramente dos ue pregam a vinda de capitais estrangeiros e o crescimento da burguesia na R ssia dos ue uerem ue a R ssia imite a Europa e se dizem muito progressistas Tanto uanto isso Dostoi vski busca ridicularizar a burocracia O engra ado ue esses personagens ue uerem tanto a moderniza o da R ssia e ue se dizem t o progressistas s o os mesmos ue tem cargos altamente burocr ticos nessa tradicional reparti o russa uma cr tica ferrenha aos defensores do desenvolvimento capitalista na R ssia e em especial aos jornais da poca ue falavam isso A toda a sociedade de Petersburgo ue se acha muito sofisticada e valoriza o desenvolvimento capitalista mas de maneira totalmente hip crita Uma pena ue seja inacabado mas gostei muitoVale lembrar um pouco dos personagensO dono alem o e sua m e gananciosos e idiotas Mostram uma certa xenofobia e um desgosto do autor com a presen a de estrangeiros capitalistasO crocodilo todos acham incr vel e necess rio ue seja incentivada a vinda do crocodilo Os jornais dizem ue ele foi ferido pelo funcion rio ue entrou dentro dele ualuer coisa do estrangeiro vista como boaIvan Matvi itch o ue engolido Orgulhoso soberbo estava feliz porue ia pro estrangeiro Acaba ficando feliz por ser engolido pensa ue ir o todos visitar ele e apreciar sua abnega o sacrifico para ter o capital estrangeiro do alem o na R ssia Diz ue vai pensar em novos modelos sociais agora ue tem tempo Mas tamb m um burocrata besta Engra ado ue os jornais liberais publicam mat rias falando mal dele ue se jogou para dentro do crocodilo sem ter o direito de faz loI lena Iv noca esposa de Ivan leviana fica fazendo gracejos Sexual e ego sta uer logo se divorciar do marido engolido mas fica feliz com a ideia de Ivan de receber convidados em seu sal o a ideia ue ele dentro do crocodilo visitaria e falaria suas ideias e opini es progressistasNarrador o nico ue se importa minimamente com Ivan mas ainda assim um burocrata um med ocre Tamb m ego sta aceita as ideias progressistas sem parecer acreditar muito nelasTimofi i Siemi nitch o burocrata por excel ncia o velho funcion rio ue o narrador vai visitar para pedir conselho assim ue Ivan engolido Ele ego sta e 100% burocr tico n o d pra s tirar ele o crocodilo propriedade n o pode matar n o h precedente para isso Mas tamb m fala da necessidade dos capitais estrangeirosNotas de Inverno sobre Impress es de Ver oAui temos uma narrativa sobre a viagem de Dostoi vski de dois meses pela Europa no ver o Conta se sobre alguns poucos eventos da viagem como a viagem de trem uma ou outra conversa ou o fato de na Fran a pedirem ou procurarem todas as informa es sobre os estrangeiros nos hot is para entregar s autoridades Tamb m temos reflex es sobre a viagem e o ato de viajar os turistas ue v o s seguindo o guia e nem prestam aten o em nada o fato de ue ele ficou pouu ssimo tempo em cada lugar ue s vezes gostamos ou n o de um lugar dependendo do estado de esp rito no momento mais do ue do lugar ue s vezes sa mos para ver algo ue j tem em casaMas o principal s o as digress es com as ideias de Dostoi vski sobre progresso a vida nos pa ses ue visitou e sobre os russos ue acham tudo no estrangeiro melhor como os ue adoram o crocodilo no conto anterior Assim a cronologia praticamente inexistente na medida em ue o texto feito dessas divaga es o importante n o o ue ele visitou ou viu mas o ue ele pensaTrata se de uma cr tica contundente inicialmente aos russos ue amam o exterior a Europa em detrimento da R ssia Dostoi vski demonstra um patriotismo forte mas n o necessariamente acha ue a R ssia melhor ue tudo s acha ue n o deve nada Europa ue o progresso por si pr prio n o vale de nada s vezes ele cai em uma xenofobia mas a cr tica ideia de progresso muito elaborada O autor entende ue se deve valorizar a terra e o povo ue n o vale menos ue a minoria ilustrada ue passa a se achar melhor ue os outros por ser mais progressista por ser mais adepta das novidades europeias por ser mais liberal ue o povo O terceiro cap tulo busca mostrar ue essas novidades n o melhoram necessariamente a vida de ningu m isso uma farsa ue afasta o povo dos mais privilegiados a grande cr tica ao progressismo O uinto cap tulo fala principalmente de Londres e seu caos A cidade viva e digamos expl cita as suas ant teses andam uma do lado da outra ou seja as tens es sociais as pessoas est o uma do lado da outra o pobre n o est escondido Ainda assim toma lugar a luta t pica do Ocidente do princ pio pessoal mesmo com as contradi es de algum modo deve se formar uma comunidade para ue uns n o devorem os outros Nesse sentido h algo em comum entre Londres e Paris a nsia de se deter no status uo de arrancar de si mesmo uaisuer esperan as do futuro um impulso de ceder ao status uo da sociedade de perder a f do Eu no futuro venerar Baal Baal uma divindade cujo culto aparece na B blia e Deus proibira a adora o e mandara destruir as est tuas Aui a refer ncia diz respeito portanto a abandonar a cren a o ue nesse caso significa aceitar o j existente H uma consci ncia social de ue tudo deve ser assim mesmo do jeito ue est de certa forma uma ideia de fim da hist ria n o nesses termos claroDostoi vski diz ue necess rio resistir a isso n o venerar Baal A ideia de ue o existente n o necessariamente o ideal O desenvolvimento capitalista n o o ponto de chegada ltimo do progresso se aceitarmos o termo progresso A Exposi o Internacional onde come a a reflex o sobre Baal traz tamb m ao autor a tenta o de achar ue se criou algo definitivo algo final um t rmino a pr pria sociedade burguesa Aui ent o talvez a mais forte cr tica no o de progresso no livro apenas achamos ue auilo melhor porue acreditamos ue deve ser assim mesmo e at a pr pria alma faminta se conforma Mas n o deveria ser podemos pensar em coisas melhores esse o problema dos progressistas acham ue isso tudo o ponto de chegada Em suma a uest o de Baal a cren a do burgu s na estrutura social ue ele prega para todos Fica uma massa conformada ue acha ue auilo o final o t rmino ue cultua BaalE essa massa conformada pode ser vista em Londres Nesta cidade h uma esp cie de caos apocal ptico uma aceita o da exist ncia desse sofrimento Baal n o o esconde H noites com multid es b badas mulheres da vida etc todos escapando da dura realidade De certa forma a cidade viva em seu horror tudo expl cito O parisiense ao contr rio diz Dostoi vski como o avestruz ue enfia sua cabe a na terra para n o ver o ue n o uer os pobres a desordem o horror expl citos em Londres De dia n o h surpresa com o ue se passou noite Baal n o esconde de si os aspectos selvagens O apocal ptico em Londres est a c u abertoNo cap tulo seguinte o sexto Ensaio sobre o burgu s fala se de Paris esse lugar onde todos se enganam e tudo um grande fingimento burgu s L n o existem amantes embora eles sejam numerosos O burgu s o ue assalta seus clientes na loja mas v no teatro as pe as dos personagens ue n o se importam com dinheiro her is Ele rouba seus clientes um roubo virtuoso para fazer fortuna O problema seria roubar para dar de comer fam lia A imperdo vel O cap tulo completamente ir nico e cidoAinda no mesmo cap tulo chega se na pergunta mas ent o do ue o burgu s ue tem tudo ue conuistou tudo ainda tem medo Dos comunistas e socialistas diz Dostoi vski Mas por ue O burgu s virou o centro de tudo a nica coisa ue se concretizou do ue fora pregado na revolu o francesa Libert Egalit Fraternit Liberdade s h para os ricos O homem desprovido de milh o n o auele ue faz o ue bem entende mas auele com uem fazem o ue bem entendem p 132 Igualdade perante a lei tamb m uma piada Fraternidade uma mentira Para Dostoi vski a real fraternidade se faz pela entrega do Eu ao todo ue por causa da fraternidade real tamb m protege o Eu A personalidade individual desenvolta justamente o uerer se sacrificar pelo coletivo Os socialistas diz Dostoi vski prop em a fraternidade a partir de uma perda de liberdade individual Mas a fraternidade em si n o est na natureza do franc s isso demora mil nios para mudar esse esp rito nacional O socialismo at seria poss vel mas n o na Fran a Ent o do ue tem medo o burgu s Ele conuistou tudo o nico ue sobra e tudo controla exatamente por isso tem medo chegou no topo e n o uer sair de l tamb m por isso a nsia de manter o status uo e a venera o a BaalO s timo cap tulo uma continua o do sexto e continuam tamb m as cr ticas aos burgueses e aos franceses praticamente igualados aui Primeiro s o lacaios uerem ganhar dinheiro a ualuer custo e sem nenhum escr pulo Mas eles adoram a elou ncia o falar bonito por falar bonito Assim s o as discuss es pol ticas durante o governo de Napole o III os 5 Dostoi vski diz 6 representantes liberais ue s o permitidos fazem seus discursos elouentes na c mara e s o rebatidos tamb m elouentemente Tudo em nome da elou ncia ue todos adoram E assim s o todos os franceses at os mais pobres Dostoi vski fala do guia no Pante o um velho decr pito ue faz uest o de fazer os discursos sobre os t mulos sem uerer ue o autor o interrompa repetindo as palavras ue decorou mas com o prazer dessa pouca elou ncia ue lhe cabeNo ltimo cap tulo por fim passamos an lise dos casamentos burgueses falsos e hipocritas Bribri como a esposa chama o marido e ma biche como o marido a chama Ela o trai mas tudo bem desde ue se mantenham as apar ncias Casam sempre com algu m ue tenha o mesmo tanto de dinheiro E uma uni o racional l gica em ue se permite a trai o na rua ningu m vai mexer com ela A esposa o bra o direito do marido burgu s na loja por exemplo Mais velha uando passa o tempo de ter um amante ou de pensar em ter outro Gustave ela passa a ajudar o marido em tudo pensando s no dinheiro tamb m Nas f rias o burgu s um sem gra a uer ir ver o mar e rolar na grama pra se sentir conectado com a natureza Melhor ainda rolar na grama da propriedade ue conseguiu comprarPor fim h uma grande s tira do g nero burgu s por excel ncia o melodrama As hist rias s o sempre parecidas o homem pobre e valoroso ou o burgu s a madame apaixonada e rica tudo bem novelesco O importante a nobreza intransigente do her i A sua honra e nobreza de esp rito Tudo para Bribri e Ma Biche irem ao teatro e sa rem com l grimas nos olhos enuanto Gustave o amante aceito uase beija a m o de Ma BicheEnfim s o as v rias reas de cr tica burguesia ao ideal de progresso aos franceses A ideia mostrar ue eles n o s o melhores do ue os russos At nos temas do suposto progresso busca se mostrar ue isso falso superficial As mulheres ficam em casa tamb m n o almejam estudar h uem bata nelas etc O desenvolvimento capitalista n o bom necessariamente a popula o trabalhadora sofre mas aceita os des gnios burgueses uerem ser o ue o patr o em outras palavras Novamente a venera o de Baal a perda da f no futuroDostoi vski usa a sua viagem e a narrativa como uma forma de expressar v rias de suas importantes ideias sobre esses temas E voltando ao come o tudo tamb m para mostrar como os russos ue supervalorizam esses estrangeiros s o em termos simples muito idiotas e a voltamos a O Crocodilo Enfim muito muito interessante de se lerSobre a forma algumas coisas ue me vieram cabe a H par grafos de 6 7 p ginas Tem uma cara de fluxo de pensamento ue gostei bastante Ele fala constantemente com os leitores amigos ue pediram para ele escrever defendendo suas posi es ah voc s v o dizer isso mas ent o eu respondo isso Diz ue pode estar exagerando mas defende ue tudo bem fazer algumas das coloca es talvez um pouco exacerbadas sobre os franceses etc Ele aceita esses exageros porue Desconfia desses bons modos de exp r o pensamento e prefere aceitar suas emo es de russo intrat vel Sem os fingimentos franceses A cita o est na orelha do livro Jeitos ir nicos de se referir aos personagens nacionais um Gustave para o franc s amante bribri para o marido ma biche para as esposas e por a em diante Dostoi vski recusa a ordem cronol gica v rias vezes uando ser meu Deus ue me acostumarei ordem As pr prias digress es constantes s o portanto uma certa cr tica a essa ordem francesa e rica linear concatenada na orelha do livro diz ue a pr pria linha do trem europeu recusada n o h uma ordem

READ O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão

O Crocodilo e Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão

A no verão de 1862 Particularmente reveladoras são suas observações sobre as metrópoles de Londres e Paris ue resultam numa análise aguda e atualíssima da personalidade ocidental cindida entre os polos do individualismo e da fraternidade da ambição e do sacrifícioPrimeiraª edição 2000uarta edição 2011. J na metade do s culo XIX Dostoi vski enxergava o ue ap s 150 anos deveria ser bvio mas ainda n o foi compreendido pela grande maioria da popula o Alguns trechos do livro s o muito claros nesse sentidoRoubar feio ign bil leva s gal s o burgu s est disposto a perdoar muita coisa mas n o perdoar o roubo ainda ue voc ou os seus filhos estejam morrendo de fome Mas se voc rouba por virtude oh ent o tudo lhe perdoado Voc deseja faire fortune e acumular muitos objetos isto cumprir um dever da natureza e da humanidade Eis porue no c digo est o discriminados com toda a clareza os artigos referentes ao roubo por motivo baixo por algum peda o de p o por exemplo e o roubo motivado por uma alta virtude Este ltimo est protegido no mais alto grau estimulado e organizado de modo extraordinariamente firmeSobre Libert galit fraternit A liberdade ue liberdade A liberdade igual para todos de fazer o ue bem se entender dentro dos limites da lei Mas uando ue se pode fazer o ue bem se entender uando se possui um milh o A liberdade concede acaso um milh o para cada um N o O ue um homem desprovido de milh o n o auele ue faz o ue bem entende mas auele com uem fazem o ue bem entendem

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Numa sofisticada galeria de lojas em São Petersburgo o funcionário público Ivan Matviéitch é engolido vivo por um réptil exposto à visitação Com este acontecimento insólito dostoiévski inicia O crocodilo um conto imprevisível ue mais de cem anos depois continua a intrigar os leitores tanto pela sátira imp. Dostoi vski apresenta um evento bizarro de maneira pr tica Em O Crocodilo um burocrata russo n o apenas engolido por um crocodilo mas sobrevive a experi ncia e a barriga do animal se torna sua nova resid ncia Dostoi vski parodia os te ricos radicais da d cada de 1860 n o apenas atrav s do burocrata Matveitch engolido mas principalmente dos burocratas idosos e venerados Timofey Semyonitch um palha o ue pontifica sobre investimentos estrangeiros na R ssia Por mais selvagem e absurda ue seja a situa o para Matveitch apenas o narrador ue se preocupa com a seguran a de seu amigo Os princ pios da economia devem governar o dia Seus exageros aumentam a sensa o desconfort vel com a ual o leitor ficaEmbora ele tenha deixado a hist ria incompleta ela um precursor importante do vir a seguir criativamente na obra do autor